... Os nós: dos meus dedos tamborilando nervosamente na mesa, do choro entalado na minha garganta. Existe sim esse nó apertado que, contra todos os presságios, ainda nos segura e que eu não consigo desatar. Eu sei que tenho que afiar as facas. Logo chega a hora em que eu vou ter que cortar as cordas e deixá-lo partir.
Vai ser estranho. Eu nunca fui a metade que fica.